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Lú Peret

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Aberta ao conhecimento, constante aprendiz. Sorrisos e gargalhadas, partilhados;lágrimas divididas. Poeminha do Contra do meu amado Quintana. "Todos estes que aí estão, atravancando meu caminho, eles passarão, eu passarinho".

CALDEIRÃO DA FADRUXA

Agora no msn estou: MSN Status
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18 January

Cócegas na alma

Ontem recebi mais um afago. Desses que deixam a gente sem saber se ri ou chora de tanta felicidade. O Rio de Janeiro continua lindo e a lua que lá habita com certeza é uma personificação de toda esta beleza. As borboletas vieram pra me fazer cócegas na alma e a fadinha para bailar comigo. Pra mim,  que ando tão ou mais encantada ultimamente, caiu como uma luva.
 
"Baila comigo, como se baila na tribo
Baila comigo, lá no meu esconderijo
Baila comigo, como se baila na tribo
Baila comigo, lá no meu esconderijo..."

Ah! e ainda teve trufa gente!!!! Luinha querida, te adoro... Obrigada por tornar meu dia ainda mais colorido (alaranjei total!!). Espiem os mimos na galeria de fotos.

Aiai, amizade, teu nome é delicadeza...

 

 


 
 
15 December

More than words...

.

Ultimamente a fada em mim tem se sobreposto à bruxinha. Abandonei minha vassoura por aí e munida de translúcidas e cintilantes asinhas pairo sobre novos jardins e muitas, muitas águas musicais. O patrocinador? Um novo velho amigo. Novo, por conta do cronológico e velho, por conta da afinidade e sintonia enormes, percebidas desde o primeiro contato. A ele devo as imagens da minha nova galeria de fotos.

Um esbarrão ocasional, descomprometido, e que se faz tão significativo que nos convencemos que tenha sido tramado fortuitamente pelo destino. Sim, fadas e bruxas não acreditam em coincidências.

Amigão, não é à toa que você escolheu este nick. Tem tudo a ver mesmo. Gentileza, delicadeza, um saber chegar e partir, deixando sempre um doce gosto de quero mais. Não se perca da gente, nunca!!!!

Fadas, flores, água corrente, músicas, todas bem-vindas e tatuadas, bem ao seu estilo.  

E tal qual a última estrofe de Terezinha, do homônimo poeta Buarque, se instalou sorrateiramente...

 

05 December

Oceano

Oceano

Djavan

Composição: Djavan

Assim que o dia amanheceu lá no mar alto da paixão
dava pra ver o tempo ruir
cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim?

Enfim,de tudo o que há na terra não há nada em lugar nenhum
que vá crescer sem você chegar
longe de ti tudo parou
ninguém sabe o que eu sofri

Amar é um deserto e seus temores
vida que vai na sela destas dores
não sabe voltar
me dá teu calor

Vem me fazer feliz porque eu te amo
você deságua em mim e eu oceano
e esqueço que amar é quase uma dor

Só sei viver se for por você!

 

 

01 December

Fadas

Até as fadas podem ser capturadas. Há que se ter competência...

Fadas

Luiz Melodia

Devo de ir, fadas
Inseto voa em cego sem direção
Eu bem te vi, nada
Ou fada borboleta, ou fada canção

As ilusões fartas
A fada com varinha virei condão
Rabo de pipa, olho de vidro
Pra suportar uma costela de Adão

Um toque de sonhar sozinho
Te leva a qualquer direção
De flauta, remo ou moinho
De passo a passo passo...

 

 

 

03 September

Ai, essas saudades...

 

Saudade não tem largura, nem comprimento, nem fundura.

Se manifesta na medida exata do ânimo e do sentimento.

Pode vir à prestação, feito flashzinhos do inconsciente, ou vir de montão,
 
transbordante e exigente.
 
Ah! essas inevitáveis saudades. Sejam pretéritas ou do porvir, assentam-se

mesmo sem a menor cerimônia. Aiai... Não me furto nunquinha a

experimentá-las.
12 August

Passeando...

Olá. Hoje não vou lhe perguntar como você está, nem lhe dizer como vou indo, apenas vim lhe buscar para um passeio. Não precisa se preocupar, não é tão longe assim. Confie em mim, vai. Apenas segure minha mão e se deixe conduzir. Eu prometo que não vai demorar. Entrelace os seus dedos nos meus. Não aperte a minha mão, apenas a segure levemente. Assim! Está pronto? Tire os seus sapatos, você não vai precisar deles. Agora feche os olhos e venha. Isso! Devagar, sem pressa, eu lhe conduzo. Sente o piso macio e quente sob os seus pés? O que lhe parece? Sente como afundamos enquanto caminhamos? É, isto mesmo, você percebeu, estamos numa praia. Agora você já pode abrir os seus olhos. Olhe ao redor e apenas sinta os elementos da natureza. A areia ainda está morna, pois o sol ainda não se foi. O vento está brando e suave. O ar, impregnado pela maresia. Olhe o céu como parece incendiar com o derradeiro toque dos raios solares. Venha, vamos nos despedir do sol! Olhe como o mar está se tornando mais calmo à medida que o sol se põe. Está vendo as gaivotas ao nosso redor? Elas também vieram se despedir, aproveitar o restinho do calor que já se vai. Vê os pontinhos brilhantes que se refletem na água e que quase nos cegam? Parecem lágrimas douradas de despedida. Logo o sol mergulhará na água e sobrará apenas um leve rastro iluminado riscando a superfície do mar que agora se tornou lisinha, pronta para receber a noite. Vamos nos sentar calmamente, sem soltar as nossas mãos. Pronto! Feche os olhos novamente. Passe a sua língua sobre os seus lábios, sinta como estão levemente salgados. Estamos bem próximos da água e envoltos em uma pálida bruma que se espalha em volta. Sente como nossas mãos estão úmidas? Upa! Não foi nada! Foi apenas uma pequena marola que veio molhar os nossos pés. Respire fundo e apenas ouça os sons da noite que se aproxima. Não abra os olhos ainda. Só mais um pouco, para que a luz do poente desapareça totalmente. Agora sim, abra os olhos. Olhe para o céu! Veja, lá está ela a nossa velha casquinha de unha, pronta para o seu reinado que se aproxima. Olhe como ela está linda e estrategicamente posicionada, parecendo um meigo sorriso aberto, rasgando o escuro azul que se tornou o céu. Nós também estamos sorrindo não é verdade? Veja as estrelas como parecem brincar e festejar a chegada da noite. Vamos piscar de volta para elas? Não solte a minha mão ainda, falta pouco, eu garanto. Agora, olhe nos meus olhos. Relaxe, não vai doer nada. Vê o que eles vêm, o que eles refletem? É, é a sua felicidade que está refletida neles. Pronto! Feche os olhos mais uma vez e solte devagar a minha mão. Inspire, pela última vez o perfume do ar. Espere um pouco. Retenha esta experiência em sua mente por alguns instantes. Agora sim, pode abrir os seus olhos. Você está de volta à sua casa, à sua sala, à sua tela, à sua família, ao seu porto seguro. Este é o lugar a que você pertence de fato. É pra ele que você sempre retorna. Eu não lhe disse que ia ser rápido? Na verdade, o tempo nem parece ter passado, não é mesmo? Bom, agora eu vou deixá-lo sossegado no seu aconchego. Espero que você tenha gostado. Qualquer hora destas eu passo por aqui de novo pra gente fazer outro passeio deste, tá? 

Tchau!!

21 July

Parabéns "Leãozim"

 

 

 

Bom, apesar de eu já ter enviado presente e tudo o mais para o jovem amigo Junim, não poderia deixar de fazer o registro aqui do seu aniversário. Sei que mais uma vez estou me antecipando, já que o niver de fato é ainda no dia 23 (domingo) mas como estarei ausente até lá, aqui vai a minha parte. Parte não só de amiga, tia virtual e companheira de risadas e brincadeiras, mas também de admiradora do seu talento e disposição para a felicidade apesar de tantas adversidades. Junim querido, sei que nem sempre é fácil fazer o percurso que lhe foi reservado, mas sei também que a você foi dado um dom maravilhoso. Sua inteligência e vivacidade serão sempre o seu melhor guia. Divirta a gente, mas divirta-se também, genuinamente, com todo o coração. Romântico, revoltado, alegre, danado da vida, siga a sua estrada. Tudo faz parte mesmo. Ame, odeie, ria, chore, mas viva intensamente o seu jeito de ser, com toda a sua essência.  Feliz aniversário e feliz todos os dias. Continue nos encantando sempre. Adoro você!!!!  Bjins da tia Luz

 

22 June

Visual

 

Pela escala, seria SOL,

mas aqui é LUA e...

divina!!!

 

14 June

Sossego

 

Nada como um lugar paradisíaco para desatar nós. Este daí fica a 120 km de Vítória. Monte Verde. Serra, friozinho, tudo de bom.  

08 June

Espreitando...

 
A noite entrou pelo vidro
trazendo a escuridão
Um raio de luz atrevido
fez um risco no meu chão
Tentei apagar o risco
que pousou na minha mão.

Nem mesmo um sussurro

 

O silêncio fez-se ouvir em todas as suas notas...
28 May

Às vezes dói...

 

ÀS VEZES DÓI...

 

Mesmo sabendo que não deve ser

Assim mesmo é

 

Mesmo sentindo que nunca mais,

 Quem sabe talvez?

 

Mesmo tendo perdido

Ainda acho

 

Mesmo havendo desistido,

Insisto

 

Mesmo cicatrizado,

Às vezes dói...

 

27 May

Sapatos de Bico Fino

 

Ultimamente ando reparando em pés. Não se trata de “cabisbaixismo” não, é que ando enfrentando muitas filas e esperas. De posse da famigerada senha de atendimento, enquanto aguardo, pacientemente, a minha vez, espio cá e acolá. Semblantes aborrecidos, cenhos franzidos, olhos agitados e perscrutantes. Alguns se fazendo de mais espertos, antecipam-se nas mesas, imediatamente advertidos pela audiência tensa, atenta à sua vez; outros, fingindo despretensão, envoltos em sorrisos solícitos e forçados, mãos ansiosas, acomodam desajeitadamente o papelaço sobre o colo. Sentada ou de pé, a turma se mira, se vira, se mexe e remexe, inquieta. Bocas retorcidas, agoniadas. Rictos, caretas, tiques, tosses nervosas. Ao final de uma longa espera, após esquadrinhar cada milímetro quadrado do ambiente, a cabeça pende, finalmente, em direção ao chão e o que me sobra então? Eles, os pés.  Há toda uma linguagem gestual implícita neles. Alguns os plantam ao solo, como se dali nunca mais os fossem retirar, outros os conservam balouçantes nas extremidades das pernas cruzadas. Há quem os arraste pra lá e pra cá, e os que ensaiam chutes imaginários talvez incorporando o artilheiro que existe em todos nós. Os tímidos os posicionam entortados para dentro, circunflexos, enquanto os mais ansiosos os fazem batucar numa frenética marcha marcial. Percebemos verdadeiras execuções musicais como se os pés fossem intrépidas batutas, empunhadas vigorosa ou suavemente, conforme o tempo de espera.

Acomodados na mais variada gama de estilos de calçados, os pés, refletem, invariavelmente, a personalidade de seus usuários. Os mais despojados, os trazem em tênis surrados, cadarços maltratados. Esbanjam despreocupação, pernas espichadas, como se não tivessem mais nada a fazer na vida a não ser aguardar, ali, mascando, enfadados, o seu chiclete.  Há os pés espaçosos, desnudos, expostos despudoradamente em sandálias de dedos. Geralmente os seus portadores se comportam de forma ambígua, como se estivessem deslocados. Os mais idosos ostentam sapatos comportados e cuidadosamente engraxados tentando compensar ali a textura rugosa das faces.  Entretanto nada convoca mais o nosso olhar do que os pares de sapatos de bico fino. Quando digo fino estou me referindo àqueles, incomensuravelmente pontiagudos, portados indefectivelmente por elegantes mulheres, impecáveis em seus tailleurs ou terninhos discretos, que adentram o ambiente, espanando o ar, com seus cabelos escovados e tingidos, sorrisos congelados e perfumados. Raramente aguardam, pois existe sempre alguém que lhes acena num claro convite fura-filas e, como hipnotizados também por aquelas diáfanas presenças, os demais não interferem e até sorriem beatificados, cabeças condescendentemente inclinadas, absortos, fitando, extasiados, o distinto bico do sapato, que triunfante, ergue-se voluntarioso, num inequívoco sinal, de vitória.

 

22 May

Presentes

 

Hoje ganhei dois presentes maravilhosos. Junim, carinhoso como sempre, enviou-me a bela ilustração para o meu caldeirão. Obrigada querido, gostei muito. Vou usá-la alternando com a fadinha anterior que tb me é muito querida. Conheci hj finalmente a Jessikinha. Linda, meiga, fofinha, como bem diz o apaixonado Junim. Este gif daí de cima é obra dela. Jess não desista de seus sonhos não. E, olhe, vc tem uma família maravilhosa, não se esqueça disto. Bjins aos meus dois amores.  

21 May

Vigília

Há sempre alguém de plantão

Por detrás da cortina

Por detrás da retina

Vigília cerrada

Fazendo serão

 

Tanta forma de vida

Sussurando o seu canto

Derramando seu pranto

Uma forma velada

De tocar na ferida

 

Eu não quero a mentira

Rondando minha mente

Implantando semente

Saciando meu medo

Desvendando minha ira

 

Faz de conta danado

Que me pega de jeito

Sufocando meu peito

Que de tanta dor

Ora jaz condenado

 

Revidar com cautela

Para romper as barreiras

Desbravar as fronteiras

Liberdade afinal

Ruína da cidadela

 

03 May

Encantamento

 

 

Tenho relutado em postar aqui, coisas do meu cotidiano, resquício talvez de um certo pudor em me expor. Ainda não me impregnei da verdadeira essência contida nos blogs e spaces usualmente utilizados como diário, entretanto, premida pelo encantamento advindo de um acontecimento espetacular, não poderia mais me furtar a dividir.

Andei bebendo, recentemente, de águas outras, bem longínquas desta minha ilhota salgada.  Fruto de um desejo, porém não de uma programação, aportei em alegres terras sulistas.

Foi uma estadia escancaradamente afetiva. Sem a ênfase turística, revi amigos muito queridos, colhi sorrisos, me permiti ser acariciada de todas as formas; pelo sol, pelo vento, e, principalmente, pelas pessoas.

Como os gaúchos são amáveis, acolhedores, sinceros no seu bem querer! Gosto do seu falar, do seu sorrir e principalmente do seu modo de fazer com que estejamos à vontade. Não há afetações, disputas, apenas o simples prazer de estar junto, comungando ou não as mesmas idéias.

Em meio a tantos reencontros, houve um, especial. Um reencontro de olhos que nunca se fitaram, corpos que nunca se esbarraram, mas de almas que já se tocavam há algum tempo, através de músicas, risadas, poesias e muito boa energia.  

Transitar do real para o virtual é algo corriqueiro, usual; percorrer o caminho inverso é simplesmente fantástico.

Estar com estas duas pessoinhas, Zen, o “cara aquele”, e sua adorável mulher e musa Aspen, de quem tantas vezes adivinhei sonhos, estado de espírito, ânimo, foi realmente muuuuito bom. O fato deles serem autênticos, lindos, receptivos, nem me surpreendeu, sempre intuí isso. Emocionou-me o carinho latente, a generosidade e disponibilidade e acima de tudo o brilho dos olhos. Mesmo tolhidos inicialmente, por conta da expectativa, deu pra perceber de cara que sim, eram eles mesmos, de corpo e alma. Receberam-me em sua intimidade, desvendaram-me seus cantinhos (quase fui apresentada ao monstro da pia - kkkk), brindaram meu niver de uma forma inesquecível. Capturada que já era pela Vento Negro, graças a outro adorado amigo gaúcho, agora, tatuei-me, sonora e afetivamente, de vez com a música. Sempre me remeterá àquele momento , àquele espaço, a eles.

Meninos, eu poderia dizer que vocês não existem, numa manjada menção de admiração, mas na realidade não posso, porque vocês EXISTEM sim!!!!!!! Que bom que sejam tão reais e accessíveis e que se permitam me amar tanto quanto eu os amo.

Zen, este foi um singular “de repente” em nossas vidas e, surpreendentemente, estávamos prontinhos para ele

    

 

27 April

Pôr do sol sulista

 
 
A natureza nos presenteia divinamente. Não nos parece a visão do cálice sagrado? Comunguemos então deste alimento da alma.
 
27 March

POESIA

Estava aqui pensando em poesia. Poesia é como cachoeira despencando morro abaixo, riso de criança quando sente “cosquinha”, arco-íris no céu depois de tempestade, choro doído de saudade, água na boca diante de doce, olho brilhando do verde do mato, vôo de passarinho no céu da tarde. Poesia brota, emerge, transborda naturalmente, não carece nem de rima, pois que daí demanda pensamento e poesia é puro sentimento.

Antes um proseador poético que um poeta prosaico.

Botemos então nossa poesia pra escorrer. Faz um bem...

 

 

24 March

SAUDADE

 

Quando a saudade é das boas, de gente com quem o coração da gente se abre, ela vale à pena ser sentida. Dá um gostinho de te quero mais e nos deixa rindo à toa frente à possibilidade do reencontro. Bom demais sô!!

DELICADEZA

 

  

Pessoas são como flores, delicadas e gentis. Algumas podem, assim como as rosas, nos ferir com seus espinhos. Pura defesa.

Namastê

 

TODO O SENTIMENTO

Cristovão Bastos - Chico Buarque


Preciso não dormir

Até se consumar

O tempo da gente

Preciso conduzir

Um tempo de te amar

Te amando devagar

E urgentemente

Pretendo descobrir

No último momento

Um tempo que refaz o que desfez

Que recolhe todo o sentimento

E bota no corpo uma outra vez

Prometo te querer

Até o amor cair

Doente

Doente

Prefiro então partir

A tempo de poder

A gente se desvencilhar da gente

Depois de te perder

Te encontro com certeza

Talvez no tempo da delicadeza

Onde não diremos nada

Nada aconteceu

Apenas seguirei como encantado

Ao  lado teu 

 

13 March

Insônia

Muitas vezes lutamos contra a falta de sono porque achamos que se nos metermos em nossos sonhos talvez possamos obter redenção. Nem sempre. Em certas ocasiões é necessário estar de olhos abertos, cientes, mesmo que isso nos traga dor, desgaste. A madrugada nos traz uma lua mais límpida e soberana, que clareia o céu das estrelas e os pensamentos dos homens. O silêncio da noite apazigua e sossega a nossa peleja interior.

 

Sob um banho de lua, numa noite de esplendor

Sinto a força da magia, da magia do amor

É tão bom sonhar contigo, oh ! Luar tão cândido

 

Um bom dia e uma boa semana!!!!!!

 

07 February

Finalzin de tarde em Meaípe

 
É por belezas assim que me derreto toda. Nada como a natureza em seu estado bruto pra nos fazer sentir a delícia de viver. 

Anjos amigos, amigos anjos

 

Botei esta imagem para agradar um querido amigo, com quem escuto sempre lindas e românticas músicas. Possuímos isto em comum, uma alma encantada e apaixonada. Valeu Romeu...

06 February

Presentão de amigos

 

Recebi presente hoje. Lindo não? Brigaduuuu Cris e Carlos. Adoro vocês.

20 January

Lua, sempre ela a nos inspirar...

 

Ao longe, ao luar

 

  

Ao longe, ao luar,
No rio uma vela
Serena a passar,
Que é que me revela?

Não sei, mas meu ser
Tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.

Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica.

 

 

 

                                                  Fernando Pessoa